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Os Processos criativos do Liber Novus e os futuros caminhos para a Psicologia Analítica.

Walter Boechat

O grande acontecimento editorial na área da psicologia é sem dúvida o Liber Novus de C.G.Jung, também chamado de O Livro Vermelho. Foi escrito a partir de dezembro de 1913, período crítico da separação de Jung do movimento psicanalítico. Sua escrita se prolongou durante 16 anos até 1930 em forma totalmente original e única representando um testemunho de grande brotamento criativo.

O Livro Vermelho não pode ser considerado uma obra de psicologia clássica.  É antes uma descrição viva de um desfilar de imagens internas poderosas com as quais Jung interage e dialoga de forma ativa, procurando com sua curiosidade permanente o significado mais definitivo, sua mensagem última, o que traziam de sentido final para a mente consciente. O escrever e mesmo o configurar essas experiências em forma de imagens plásticas de grande beleza e significado ajudaram-no em um processo de desdobramento e gradual integração simbólica. Jung afirmou em sua autobiografia Memórias, Sonhos e Reflexões que a melhor forma de confrontar emoções primitivas internas seria procurar dar forma a elas, lhes conferir algum tipo de configuração estética. Nesse livro esse postulado fundamental é expresso a todo o momento, pois o Livro Vermelho é um constante personificar de conteúdos inconscientes, um diálogo com esses conteúdos e uma tentativa de integração.

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